Testemunho

 

 

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Testemunho

 

A Paz de Jesus esteja convosco !

Meus amados irmãos e irmãs, hoje venho testemunhar que Jesus Cristo me rescussitou.

Os meus pais baptizaram-me poucos dias após o meu nascimento. Segui todo o curso do catequismo e fiz a minha primeira comunhão. A minha mãe, uma santa mulher, ensinou-me a rezar todas as noites. Apesar disto, depois da minha comunhão, nunca mais frequentei a igreja católica até 1996, data em que Jesus veio me salvar. Tinha então 32 anos.

Vou-vos contar um pouco da minha vida que tive ao longo de todos esses anos, longe de Jesus.

Desde a idade de 15 anos a minha vida mudou. Comecei a fumar, a frequentar bares sórdidos, a colocar as cartas, a praticar a numerologia e a escrever a astrólogos. Quando os meus estudos escolares terminaram, passava todos os fins de semana nas discotecas, fumando haxixe, bebendo alcool, vestindo mini-saias e roupas de luxo e tendo relações sexuais sem culpa, com os homens que encontrava. Estava então em busca de amor com um A grande.

Satanás tinha-me presa e impediu-me de buscar o amor de Cristo. Ele cegou-me com aquilo que os homens me poderiam oferecer: o prazer da carne, o dinheiro, o bem estar e o mundo. Fiquei sob amarras infernais mas, o que mais desejava era ter alguém que cuidasse de mim e não queria morrer sem amor.

Tornara-me suicidária e destrutiva após sofrer muitos males durante a minha juventude e Satanás, na sua crueldade, envenenava ainda mais as minhas feridas dolorosas.

Foi durante uma noitada numa discoteca que encontrei um rapaz e, depois de alguns meses, decidimos viver em concubinagem. Não sabia que, se tivesse relações sexuais sem ser casada pela igreja, a minha alma se uniria a espíritoss impuros. Após cinco anos deixei o meu companheiro e mudei-me para outra cidade onde encontrei uma astróloga e de uma rosacruciana pertencente à AMORC! A astróloga propôs-me fazer o meu tema astrológico cármico e eu aceitei! Ela explicou-me que, se ela estudasse o meu mapa astral com base nas minhas vidas passadas poderia estudar o meu karma futuro!

Algum tempo depois fui a um centro espírita para escutar os ensinamentos de um guro no qual encontrei um livro que estudei e que se chamava “Evangelho Segundo o Espiritismo” de Allan Kardec. Este guru propôs aqueles que o acompanhavam, em participar às Quartas-feiras à noite em sessões de espiritismo e eu, na minha inocência aceitei! E então comecei a ver médiuns que entravam em transe, que recebiam mensagens de supostos Santo Cura de Ars, do Santo Padre Pio, Santa Teresa do Menino Jesus e até a Mãe de Deus, por algumas vezes o Senhor Jesus Cristo e mesmo extra-terrestres! Se eu soubesse que eram espíritos caídos que deixavam estas mensagens, teria deixado o centro espírita logo de seguida.

Numa dessas sessões de Quarta-feira à noite, o guru propôs a todos aqueles que o seguiam, fazer uma grande limpeza às suas almas. Interiormente, eu sofria muito mas, a certo momento, já não sabia que eram os pecados que tinha acumulado que me oprimiam. Acreditava que todo este sofrimento interior eram dívidas cármicas que tinha acumulado desde todas as minhas vidas passadas, uma vez que eu acreditava na reencarnação.

Acreditando que este guru tinha o poder de me libertar do peso das minhas vidas anteriores, aceitei a sua proposta e me sentei do lado dele. Ele agia ao serviço do demónio e, aceitando abandonar-me ao seu poder, permiti ao demónio de me possuir.

Os maus espíritos entraram em mim devido a todos os erros que eu tinha cometido em toda a a minha vida, desde a cartomancia, o pêndulo, a astrologia, os horóscopos, a linhas da mão, as iniciações no yoga, a adoração de Buda, a meditação esotérica, a abertura de chacras, o chi gong, etc. O guru impôs as suas mãos em mim, sobre dois dos meus chacras, utilizando os poderes que ele tinha adquirido do demónio. O chacra do coração e o chacra do terceiro olho. Depois ele me disse que me tinha transmitido a luz. Mas infelizmente eu tinha recebido a luz do enimigo de Deus. De seguida, voltei a mim e logo me comecei a sentir muito mal.

A seguir à experiência do espiritismo, tive uma experiencia muito difícil. A kundalini despertou. A kundalini é um poder energético que está alojada na base do osso sacro, na região lombar. Quando ela acorda, sobe ao longo da coluna vertebral e trabalha de chacra em chacra, até chegar ao chacra coronário que fica situado acima da cabeça. Durante esta experiência, tive a impressão que tinha sido levada ao céu, de tão forte o poder que esta energia tinha. O que eu não tinha compreendido ainda era que, através da prática do yoga e kundalini, deixei o poder de Satanás entrar em mim e de me dirigir a partir do meu interior. Não sabia de todo, que a prática do yoga poderia abrir a porta da minha alma às entidades espirituais más.

O yoga não é uma prática simples. Pertence a uma religião da qual é dificilmente separável. Fez-me adorar divindades e tinha uma função espiritual.

Aprendi, junto com um padre instruido nestas questões, que o yoga é uma prática hinduísta que realiza a união do eu temporal “Jiva” a “Brahman” infinito, o conceito hindu de Deus. Este Deus está presente como uma substância espiritual impessoal. Ele não é Jesus Cristo, o Deus pessoal da revelação.

Invocando divindades estrangeiras que não existem, eu arriscava na verdade entrar em contacto com os demónios e a eles me submeter. Tomei consciência de que, quem pratica yoga adora um outro Deus que não faz parte da Trindade Santa, Pai, Filho e Espírito Santo e por consequência, faltei ao respeito ao primeiro mandamento de Deus: “Não erás outros Deuses diante de Mim”.

Entretanto, sentindo-me cada vez pior, decidi abandonar estas técnicas por causa da abertura de chacras, estive entre a vida e a morte durante três longos meses e se estou viva hoje, é devido à misericórdia de Jesus.

Mas a minha sede de conhecimento não estava ainda saciada e afiliei-me à Ordem Rosa-Cruz – AMORC e rapidamente comecei a receber pequenos fascículos para estudar. Subi até ao Sétimo Grau do Templo. Afiliei-me também a uma loja rosacrussiana aonde passei por muitas iniciações, e que mais tarde, quando Jesus me libertou, consegui ver como Satanás me possuiu após cada iniciação.

Estudei, dentro cdesta Ordem, diferentes assuntos tais como o corpo psíquico do homem, a viagem astral, a aura humana, os chacras, os sons vocálicos, os mantras, etc… Através desses estudos, procurei o conhecimento e conhecer o Deus do meu coração que costumavamos chamar de “o cósmico”. Mas não compreendi nada desta face de Deus e as suas energias. Imaginem qual a relação de amor que eu poderia ter com aquele Deus! Nenhuma! De nenhum coração ao coração ardente de tal forma que eu posso agora vivê-lo com Jesus de Amor e com a Eucaristia.

Na minha busca pela Nova Era, que não vem de Deus, pratiquei magnetismo, telepatia, pêndulo, todas as formas de magia, hipnose, respirações Nova Era, leitura da aura, todas as formas de cura por energia, através de cristais, música e cores, meditações através de músicas da Nova Era, o Reiki sobre o qual os Bispos dos Estados Unidos nos avisaram. E depois, tive a experiência dentro do meu corpo, que Satanás me havia depositado a sua energia e então comecei a fraquejar e a sentir-me cada vez pior.

Dentro da Ordem Rosa Cruz encontrei um homem que se encontrava só, pois há alguns anos atrás a sua esposa tinha-o deixado, trocando-o por outro homem. Alguns meses mais tarde, decidimo-nos casar no civil. Não nos podíamos casar pela igreja católica, pois ele já tinha tido o sacramento do matrimónio.

E então uma luz se me fez. Olhando uma ilustração do Sagrado Coração de Jesus, entendi a Sua voz que me dizia: “As minhas chagas te salvarão!” As chagas da Sua Dolorosa Paixão.

Pouco tempo depois, ao longo de uma peregrinação a Medjugorje, aceitei voltar à igreja católica. Tornei-me pequena, na minha grande miséria, diante do Santíssimo Sacramento exposto, diante da presença real de Jesus vivo, corpo, sangue, alma e divindade!

De volta a França, Deus ofereceu-me uma primeira experiência sobrenatural, ao longo da qual me pediu para fazer penitência. Ele mostrou-me a minha alma doente diante da besta que tinha uma cabeça de leão, tal qual descrito no Apocalipse. Vi os demónios que me envolviam e que estavam prontos a me levar com eles para o mundo das trevas. Estes demónios estavam ligados a cada um dos meus pecados.

Quando comecei a observar mais profundamente a minha alma, vi-me como uma hiena e desci até ao fundo do abismo, dentro da cratera de fogo, blasfemando e desafiando o ódio a Deus, tal como fazem os malditos. O estado da minha alma era a consequência das minhas desobediências à Lei de Deus e Satanás, dentro da sua fúria disse-me “Condenei-te ás penas do inferno”.

Não sabia que Satanás queimava no inferno e que queria que todos queimassem com ele. O seu ódio tinha entrado em mim. Vi como Satanás e os anjos caídos com as almas condenadas, atacam as almas ao nível do coração e do cérebro para as destruirem. O mais terrível foi que percebi o que a minha alma me dizia: “Amo-te Satanás!”. Foi verdadeiramente horrível. Eu era um demónio em putrefacção!

Sabem? Eu era uma mulher do mundo, sedutora, cortejada e dominadora. Dizia-me uma mulher liberal mas de facto eu estava acorrentada a Lúcifer.

A minha rebelião tinha começado por escutar o Rock, os Beatles, AC/DC e todos os espíritos dessas músicas malditas tinham entrado em mim. Eu dizia entretanto: “peace and love” que significa paz e amor. Empregava essas palavras com alguns dos meus amigos que eram hippies.

A minha rebelião interior levou-me a ser a favor da homosexualidade, do divórcio, do concubinato, do aborto. Em determinado momento perdi a consciência de que estava a ser uma grande instigadora contra a Lei de Jesus Cristo, mas sabem, eu estava envolta pelo abismo e não poderia reagir de uma outra forma. Tinha sido a luz de Satanás, que não é mais do que as trevas, que habitava em mim. Se a minha mãe não tivesse rezado tanto e não tivesse feito tantos sacrifícios pela minha alma, estaria ainda agora presa pela luz de Lúcifer. O jejum e a oração ajudaram-me imenso.

De seguida percebo o enimigo de Deus a falar à Virgem Santíssima da qual ele sente um medo terrível. Ele dizia, falando sobre as almas: “Tenho-as a todas, vou tê-las a todas” e compreendi também que ele tem também muitos sacerdotes (porque não fazem penitência e não rezam). Se o demónio conseguir ludibriar um padre através da sedução de uma mulher, ele rejubila pois durante esse tempo, o padre não faráa mais o seu dever que é salvar as almas. Pobres mulheres que distraiam um padre da sua vocação! Elas ficam logo sobre a justiça de Deus e os suplícios do inferno as esperam se elas não se arrependerem!

Se pudessem saber o quanto a Virgem Santíssima derrama lágrimas enquanto Ela vê a Besta engolir cada vez mais almas. Ela chora lágrimas de sangue.

Satanás condena as almas através do amor mundano, do dinheiro e da carne e da Nova Era. Se vocês soubessem o ódio que ele tem por todos nós e por Deus e por todos os seus padres, é horrível.

Deus disse-me: “Reza pelos meus sacerdotes”. Os sacerdotes são a menina dos olhos de Jesus. Sem os sacerdotes ninguém poderá ter acesso ao Céu pois são estas almas que nos dão os sacramentos que nos abrem a Vida em Cristo em nós e nos dão o Seu perdão.

Após estes momentos de horror intenso, Jesus fez-me remontar ao abismo e, levando-me com Ele, pude sentir o Seu poder retirando-me desse estado de escuridão no qual eu estava aterrorizada.

Deus, na Sua grande bondade consolou-me e disse-me com muita caridade: “Tu és minha”, “Pensa apenas em Mim”, “Não penses em mais nada senão Me amar”, “Eu te curarei”, “És banhada pelo Meu sangue”, “Criei-te com as Minhas mãos”, “Oferece-Me o teu amor e não voltes a pecar”, “Não vendas a tua alma ao diabo”, “Não Me traias mais”, “Eu sou o teu mestre”, “Eu sou o caminho da Verdade e da Vida”, “Não vás para longe de Mim”, “Escuta a Minha palavra, observa os Meus mandamentos, observa os meus Sábados, o dia do Senhor”.

Os mandamentos de Deus, eu sabia que eram dez mas não sabia muito mais.

Então eu estudei a Bíblia, li –os e depois de ter aprendido o conhecimento descobri que, depois dos meus quinze anos de idade, estive em estado de pecado muito grave e em certos estados de pecado mortal. Então Jesus disse-me: “Defende a minha Lei!” e foi o que fiz após 1996. Para O servir bem. O Espírito Santo disse-me que me havia oferecido o dom da Verdade!

De seguida fui ao encontro daquele com o qual tinha feito uma aliança e expliquei-lhe que deveríamos viver dentro da castidade, pelo menos até à relizaçao do casamento civil.

Alguns meses passaram e casamo-nos no tribunal civil e, dois dias após o casamento retirei-me do nosso quarto conjugal porque Jesus me veio dizer: “Obedece-me” “Exijo reparação” “o teu pecado ofende-me” “Submete-te minha filha” e assim me mostrou os demónios aos quais eu estava ligada por causa do meu pecado de adultério.

Imaginem o meu desespero! Era-me impossível pensar que eu poderia viver sem um homem. Eu tinha necessidade de me sentir super protegida. Eu quis casar para fundar uma família onde houvesses crianças mas Deus disse-me, nesse momento que eu estaria interdita de o fazer pois eu não tinha do sacramento do matrimónio.

Na manhã seguinte, procurei um padre confessor que me recebeu com muito carinho e expliquei-lhe o que Deus me tinha pedido. Este padre confirmou-me que deveríamos viver como irmãos e que eu só poderia comungar se vivessemos em continência.

Depois, explicou-me que o divórcio não rompe o matrimónio pela igreja e que o meu marido continuava casado com a sua esposa legítima, perante Deus, até que a morte os separe, mesmo que ela já tivesse refeito a sua vida. O que Deus uniu, que o homem não separe jamais!

Sei muito bem que Deus vai pedir contas a esta mulher. Deus disse-me o quando chorava pelas mulheres infiéis. Esta mulher que deixou o seu marido será informada por Deus durante o seu julgamento: “Mulher que fizeste ao teu marido?” Se ela tivesse orado a Deus, Ele os teria reconciliado mas, o seu coração era demasiado duro.

Sabem? Uma esposa que não perdoa ao seu marido ou que o abandona, deixa a sua alma cair no abismo. Com certeza, se ela o deixa porque a sua vida está e perigo, é um caso diferente. Neste caso, a igreja permite a separação dos corpos mas não o divórcio.

Irmãos e irmãs, quem somos nós para não nos perdoar-mos quando Deus todo perdoou sobre a cruz? Como é que estareis reunidos no céu com os vossos enimigos se aqui na terra não os amais? Sabem? Deus disse-me: “Se queres que te perdoe, perdoa tu aos outros, tal como Ele nos ensinou na oração do Pai-Nosso”.

Fui libertada de verdade quando finalmente perdoei a todos, quando pedi para serem celebradas missas em intenção dos meus perseguidores, quando rezei por aqueles que me fizeram mal.

Depois de deixar o padre, só e de volta a casa, comecei a sentir muita ansiedade, pois tinha de falar ao meu marido, que se havia tornado meu irmão entretanto, e que aceitou esta situação com muita dificuldade mas, teria de a aceitar para a saúde da sua alma. Depois expliquei-lhe que queria sair da Ordem Rosa Cruz AMORC.

Persuadida de que estava num profundo erro na minha vida, comecei a rasgar em pequenos pedaços, todos os livros de autores rosacrucianos, todos os livros de numerologia, de linhas da mão, de cartomancia, livros sobre espiritismo de Allan Kardec e de Leon Denis e livros da Nova Era como esses de Helena Petrovna Blavatsky oo Alice Bailey ou ainda livros sobre ciências ocultas. Desembaracei-me de todos esses livros porque, enquanto eles estivessem perto de mim, os demónios estariam igualmente.

Uma vez que a Virgem Santíssima foi introduzida no domicílio, a calma retornou à minha casa.

Substituí todos os meus antigos livros pela Bíblia, o catequismo da igreja católica, a vida dos santos, as revelações das almas do purgatório aos santos da igreja católica e fiquei muito tocada.

Como sofri muito interiormente à custa dos meus numerosos pecados, comecei, pela Graça do Espírito Santo, a fazer celebrar numerosas missas pela minha alma a fim de reencontrar a paz.

Ao longo da celebração dessas missas, o Espírito Santo fez-me tomar consciência de todos os meus pecados, os quais tinha começado depois da minha infância e, quando tinha decidido visitar um padre, o demónio na sua fúria disse-me: “Vai para o inferno!” Ora, corri para a igreja e o demónio perseguiu-me dizendo-me: “Tu estás perdoada, tu estás perdoada!”. Mas eu sabia muito bem que se somente me confessasse a Deus, sem passar pelo padre, não poderia jamais entrar no Céu e eu sabia também que se eu não entrasse no interior do confessionário, não seria liberta dos meus pecados pela igreja que só ela detém este poder.

Então eu fui. O demónio deixou-me e o padre recebeu-me com muita caridade mas ficou, no entando, surpreso de ver que eu tinha em mãos numerosas folhas nas quais eu tinha anotado cuidadosamente todos os meus pecados. Tinha-os escrito a fim de não os esquecer. Assim, comecei a citar os meus pecados sem olhar o padre nos olhos, nesse momento, sentia muita vergonha. Não sabia ainda que Jesus estava presente através do padre para me abraçar e me lavar com o seu precioso sangue. Então, mergulhei a minha cabeça nos meus papeis e li tudo aquilo que havia anotado. Confessei tudo aquilo de que vos falei anteriormente, desde o meu casamento civil, concubinagem, alcool, drogas, tabaco, esoterismo, crença na reencarnação, Nova Era e acrescentei, falando docemente: “cometi muitos pecados da carne, tomei a pílula, usei mini-saias e fiz pecar os homens através do olhar, tive palavras e pensamentos impuros e sem caridade, faltei à missa ao Domingo, acompanhei uma amiga a uma clínica a fim de abortar, cometi muitos pecados de gula, não rezei, não partilhei com os pobres, tive muitos ídolos através da música e dos artistas, vi filmes X, filmes de terror, li livros maus e juntei igualmente pecados capitais que tinha cometido, tais como o orgulho, a avareza, a inveja, a ira, a luxúria, a gula, a preguiça”.

O padre escutou-me com muita paciência e caridade e depois deste tempo todo, tenho-me confessado regulamente.

De seguida, fiz a minha penitência diante do tabernáculo e lá Jesus me disse, com todo o seu Amor de Pai: “Os teus pecados estão apagados” Que graça!

Sim, irmãos e irmãs, os meus pecados, Jesus os apagou. As minhas misérias, Ele as consumiu. A minha fraqueza, Ele a apoia tanto que eu continuo muito pobre no meu interior.

Após receber numerosos sacramentos da reconciliação, encontrei muitos padres que me fizerem orações a fim de os cortar laços que restavam e que estavam relacionados com os meus estudos esotericos. Recebi também, por inúmeras vezes, o sacramento dos enfermos pois o meu estado era crítico por causa da abertura dos chacras e da forma de agir de Satanás que me tinha destruido interiormente.

Os diversos sacramentos ajudaram-me a curar e estou tão totalmente atraída por Jesus, que agora passo as minhas tardes, junto ao tabernáculo, numa igreja.

Desde essses momentos, comecei a fazer o caminho da cruz todos os dias, para a libertação das almas du purgatório. Deus pediu-me para continuar esta obra de misericórdia e explicou-me que o purgatório é a Sua misericórdia e que o inferno a Sua justiça e compreendi então que muitas almas estariam perdidas.

Então eu disse a Deus: “Mas foste Vós Senhor, que condenaste essas almas que estão no inferno?” e Ele me respondeu: “As almas condenaram-se a elas mesmas”.

Tal como disse o apóstolo Santiago na sua epístola: “É o nosso pecado que nos tenta e não Deus”.

Deus não condena ninguém mas deixa a alma livre para O amar ou amar a Satanás! Deus é Amor! Então prometi-me que iria consagrar a minha vida a rezar pela saúde de todas as almas. Jesus encorajou-me. Ele disse-me, um dia, às quinze horas: “Implora a minha piedade sobre as almas. Reza-me pela minha Paixão”. E como sofro por saber que muitos dos meus amigos se encontram longe da igreja, Jesus disse-me: “Não pares nunca de rezar por eles e te asseguro que nunca desistirei porque os amo e porque conheço os sofrimentos das almas no inferno, pois Eu lá estive também por um instante”.

Durante dois anos, passei todas as minhas tardes perto de Jesus Cristo, numa igreja próxima à minha casa e à noite retornava a casa para reencontrar o homem com o qual vivia fraternalmente.

Um dia, escutando uma cassete sobre a vida de São Francisco de Assis, fui fortemente tocada pela sua grande pobreza.

Com o meu primeiro pai espiritual, um padre dominicano, decidi deixar a minha casa, decidi divorciar-me já que o meu casamento não era válido perante Deus, a fim de que pudesse caminhar com a igreja católica e entrei então na Ordem das Clarissas, com as irmãs, fiquei enclausurada. Foi um tempo de graça.

Depois de quinze meses deixei o mosteiro e respondi ao apelo de Deus que me pedia para O servir no mundo a fim de testemunhar a Sua misericórdia.

Jesus, com uma grande caridade, pediu-me para Lhe oferecer a minha vida e, com  muito amor aceitei pois o Céu me pedia para nada recusar a Deus.

Para ter onde ficar, voltei a casa dos meus pais e comecei a trabalhar com muitas editoras, a fazer o registo das conferências que eu fazia jsob o espírito Santo, sobre as almas do purgatório, sobre as aparições reconhecidas pela igreja católica, acerca dos perigos da Nova Era, acerca da Eucaristia, sobre a vida dos santos, sobre a mensagem de Jesus misericordioso a Santa Faustina. Vocês conhecem certamente as palavras de Jesus misericordioso: “Ofereço aos homens uma taça na qual eles devem vir depositar a graça à fonte da misericórdia. Esta taça é uma placa com a inscrição: “Jesus, tenho confiança em Ti (PJ 327)”.

“Através desta imagem, concederei muitas graças a cada alma que dela se aproximar (PJ 570)”.

“Prometo que a alma que honrar esta placa não ficará perdida. Prometo também a vitória sobre os seus enimigos lá de baixo, especialmente na hora da morte. Eu mesmo defenderei com a Minha própria glória (PJ47)”.

“Estes dois raios indicam o sangue e a água. O raio pálido representa a água que purifica as almas. O raio vermelho representa o sangue que é a vida das almas. Estes dois raios jorram das entranhas da Minha misericórdia enquanto o meu coração, agonizante sobre a Cruz, foi aberto pela lança”.

“Abençoado aquele que vive na sua sombra (PJ 299)”.

Pessoalmente, comprometi-me a recitar todos os dias, às 15 horas, o terço da divína misericórdia, pois Jesus havia prometido: “Mesmo o pecador mais endurecido, se ele recitar este terço uma só vez, terá a graça da minha infinita misericórdia (PJ 687)”. Disse-me igualmente: “Agrada-me conceder a estas almas, tudo aquilo que elas me peçam durante a recitação do terço (PJ 1541) se for conforme a Minha vontade (PJ 1731)”.

No decurso de uma conferência acerca da misericórdia divina, encontrei um homem que nunca tinha casado antes. Rapidamente ficamos noivos pela igreja e guardamos castidade mas, dois meses antes do casamento separamo-nos pois ele não era a pessoa de que me tinha falado.

Deus tinha-me dito antes, por duas vezes: “Quero-te de corpo e alma” mas, como sabem tive muita resistência antes de me abandonar à Sua Divina Vontade. Ele disse-me também: “Deixa-me decidir acerca da tua saúde eterna”. Deixei então a Vontade Divina dirigir a minha alma para a salvar pois a partir da minha própria vontade eu dirigia-me de uma vez por todas directamente ao inferno eterno.

Sou agora submissa a Deus, de acordo com o meu pai espiritual. A Virgem Santíssima convidou-me a não deixar entrar mais nenhum homem no meu coração e então fiz um voto de castidade, coração a coração, com Jesus de amor, diante do Santíssimo Sacramento exposto. E então Deus ofereceu-me uma experiência mística!

A minha alma encontrou-se num lugar deserto. Eu estava sobre uma espécie de plataforma e havia uma entrada. Passei pela entrada e vi-me diante de um mar de fogo no qual se encontravam almas. Vi um buraco com um fogo crepitante lá dentro. Tinha muitas chamas. Os malditos estavam em cólera e ameaçadores e quando os olhei eles disseram-me: “Odiamos-te”. O ódio deles queimou-me e o despezo deles magoou o meu coração.

O guru que me abriu os chacras morrer, desceu sobre este lugar de trevas. A Sua alma ficou perdida para sempre pois ele recusou Jesus. Ele quis ficar livremente sobre o seu orgulho e não quis admitir as suas faltas. Deus abandonou-o a ele próprio.

Deus recusa as almas orgulhosas. Ele disse-me o quanto ama as almas pequenas, as almas humildes! Deus mostrou-me que este guru, que se transformara numa alma maldita para Deus porque O ofendeu sem parar, tinha trabalhado sobre a minha alma para me tentar a cada segundo. Ouvi-o a chorar juntamente com Satanás, quando eles não me conseguiam fazer sucumbir às tentações que eles me enviavam sem parar e para a perda da minha alma. Fizeram tudo para me amaldiçoar.

A Virdem Santíssima disse-me que era preciso resistir às sugestões diabólicas e que muitas vezes eu sucumbia. Foi com a graça da confissão que posso agora estar na misericórdia. Não quero esta alma maldita para me empurrar para as tentações pois eu sei bem que essa é a tarefa de todas as almas malditas. Elas não querem saber de ninguém, nem de nós, nem de Deus. Elas não mudariam jamais as dores nem as penas para irem para o Céu! A sua missão é o ódio, a destruição, a falta de amor. É um tormento que não acaba mais. É um fogo devorador, que devora as suas entranhas. Mas eles são os malditos de Deus porque eles não querem amar. Eles levam todas as almas que podem para este lugar onde o ódio, a destruição estão sempre presentes! Tudo não é mais do que uma armadilha para destruir as almas.

Sabem? Se Deus me deixou um espínho na carne, tal como o fez a São Paulo, foi para que eu lutasse e me tornasse Santa. A sua graça me salvou!

Notei que estão sobre este estado de trevas, algumas almas às quais eu tinha avisado sobre a terra, mas que ainda não se arrependeram. E nas suas vidas, algumas se riem daquilo que lhes digo. E então Deus, num tom muito severo disse-me: “Não te ocupes mais deles”. E compreendi então de como eles vão enfrentar a justiça de Deus no momento dos seus julgamentos. E foi o que se passou!

De seguida, encontrei-me encostada a um muro. Tudo estava escuro. Ondas de luz repentinas desceram. Por cima de mim estava o purgatório e as chamas eram altas. As almas que estão neste estado de purificação estão unidas em tudo à vontade divina. O seu grande sofrimento é pelo facto de não poderem ver o rosto de Deus face a face. Elas O viram, durante o seu julgamento particular, por uma luz que não era ainda a luz do céu e elas guardaram desde então uma grande nostalgia por Deus. Não queriam contúdo, aparecer diante Dele com as suas imperfeições. Elas purificam-se e reparam-se sobre a terra e muitos de entre eles aprendem a amar.

Rezei por elas e pelo seu retorno, elas rezaram pela miséria em que eu estava e juntas, pela comunhão dos santos, fomos ajudadas a ter mais luz para que nos pudessemos aproximar de Deus sem medo e sem mácula. E Jesus disse-me: “Quero que fiques mais perto de mim” e acrescentou: “Continua a tua obra de misericórdia, rezando por elas”.

As almas do purgatório tornaram-se as minhas irmãs bem amadas mas não lhes falo pois Deus não o permite. Rezo-lhes simplesmente porque elas me ajudam na minha missão de evangelização.

Vi muitos degraus brancos que rapidamente escalei e, chegando ao alto das escadaria branca, um homem vestido de vermelho abriu-me uma porta, retirando-se depois. Entrei num oceano de paz onde senti de uma forma muito forte a presença de Deus Pai. Ele era a Fonte. Era um Pai benevolente, repleto de amor e de paz. A sua presença inundava este oceano de paz. Deus, o Pai é muito terno e muito carinhoso e disse-me, sem que eu O pudesse ver: “Sou um Pai pleno de amor para as minhas crianças”.

Eu, que acreditava que Deus não era mais do que um pai castigador, tomei consciência da Sua grande santidade e se Deus é Amor, Misericórdia e Justiça, o seu maior atributo permanece na Misericórdia. Então Ele disse-me: “Deus está acima de tudo. É o Pai”. Agora chamo-o de “Papá de Amor” e de “Pai querido” e estou atirada nos seus braços de amor. E depois segui o caminho da infância espiritual. Deus não pensa senão em curar-nos e restaurar as nossas mágoas. Deus é Amor, tal como o apóstolo São João nos ensinou.

Vi então, de seguida, Jesus no Céu envolto de uma lindíssima luz dourada.

Foi muito bom. A minha alma experimentou uma grande paz e um grande desejo de me aproximar Dele. Eu queria ficar perto do Filho de Deus, pois somente assim me sentia bem. Jesus pediu-me para chorar com ele pelas almas pecadoras. Disse-me com muita compaixão: “Chora minha filha, pela saúde das almas.”

Nesta experiência espiritual, trazia ainda dentro de mim todos os pecados que eu não tinha ainda confessado, o que me fez sofrer imenso. Para o superar, confesso-me todas as semanas com a finalidade de não ter de os enfrentar durante o julgamento particular da minha alma, aquando da hora da minha morte.

Deus abriu o meu interior e me fez ver que, antes de retornar a Ele eu tinha recusado a Sua misericórdia, o meu coração estava duro e Ele disse-me: “Não posso entrar dentro de um coração duro e orgulhoso.”

Ele fez-me ver todos os meus pensamentos que não estavam de acordo com o Seu Amor, todas as minhas cumplicidades com o mal, todos os meus maus sentimentos, as minhas críticas e julgamentos sobre os  outros e Ele disse-me: “Não julgues ninguém. Não acuses”.

Sabem? Eu acusava todo o mundo. Depois Ele disse-me: “Não julgues”. Vos assuguro que eu era especialista nesta matéria. Foram as feridas da vida que me fizeram amarga para os meus irmãos e irmãs e Deus tinha-me feito ver que eu não era melhor que Judas! Então Ele disse-me: “É preciso amar” e foi apenas após dezasseis anos de sofrimento e de perseguições contínuas que Jesus transformou a minha alma demoníaca em apóstola para a sua glória e Ele pediu-me para O imitar e fazer o que o apóstolo São Paulo fazia, viajando como ele.

Aconteceu-me muitas vezes sentir medo da perseguição. Então Deus dizia-me: “Não tenhas medo”. É verdade que todos os meus enimigos sucumbiram aos pés de Jesus Cristo. Uma vez viajei até um país diferente, o Espírito Santo protegeu-me de todos os meus medos e de todas as minhas angústias, eu somente sentia paz, a Paz de Jesus Cristo!

Quando Deus abriu o meu interior, vi e recebi todo o mal que fiz ao meu próximo e o fiz sofrer. Então clamei a Deus e disse-lhe: “Jesus, tem piedade de mim. Tem piedade da grande pecadora que eu sou” e Ele me respondeu: “Fazes toda a Minha alegria” e depois eu disse-lhe: “Todas as pessoas que eu fiz sofrer na vida, a partir deste momento, vou rezar por elas e fazer celebrar missas para que um dia nos possamos todos reunir no paraíso” E então, como por um dom, sa saúde retornou à minha alma.

Ofereci a Jesus com amor, todas as minhas más escolhas e as suas consequências e Ele próprio veio reparar os meus próprios erros de vida com as Suas graças e o Seu amor.

Deus é Amor com um A grande. Sabem, o amor humano não é mais do que um reflexo do amor divino, assim como a bondade humana não é mais do que um reflexo da bondade divina.

E ainda chorei sobre Ele e Nele dizendo: “Cura-me meu Jesus, cura-me Papá de Amor!”

E pensar que eu disse a Jesus que Ele não me amava o suficiente! Mesmo assim Ele respondeu-me: “Tu não imaginas mesmo a que ponto Eu te amo. Chamo-te para a Santidade, chamo-te para Me amares! Medita sobre a Minha Paixão!” E então, compreendi finalmente, todo o seu Amor e depois de ler as orações de Santa Brígida, aprendi que Ele sofreu 5480 chagas durante a sua dolorosa Paixão! Que amor do Criador para salvar a Sua criatura.

Foi a Virgem Maria que me ajudor muito a me aproximar de Deus. Uma das primeiras vezes que Ela me falou, Ela disse-me: “O meu Filho está morto por causa dos teus pecados” e depois Ela disse-me: “Tu não amas a cruz o suficientemente”. Então Ela ensinou-me a aceitar o martírio, ensinou-me o silêncio, o abandono e formou-me para a minha vida espiritual e Lhe agradeço pois foi Ela que me libertou, rezando o santo rosário, de todos os demónios que me oprimiam.

Fiz um pacto de aliança com Ela durante uma missa e é por isso que trago um anel no dedo, assim o quis livremente após me consagrar ao Coração Imaculado de Maria, assim como o escapulário da Nossa Senhora do Monte Carmelo, pela graça do qual a Virgem Maria me protegeu de vários perigos.

Eu, que conheci dentro do esoterismo um Deus cósmico, um Deus energia, posso-vos testemunhar que foi dentro da igreja católica que reencontrei um Deus de bondade onde o coração é profundo de amor por cada um de nós. Eu que acreditava que a igreja era uma velha instituição com dogmas rigorosos, apercebi-me que a igreja é Santa, que ela é Amor com um A grande e que sem ela e os seus sacerdotes eu não poderia sequer entrar no céu.

A igreja católica tornou-se uma mãe carinhosa para mim e compreendi todo o Amor de Jesus que a fundou sobre São Pedro, o primeiro Papa e quando observo o Papa Francisco, vi nele todo o amor de Cristo pelas crianças. Vi nele o Amor de um Pai e sou levada a muito amar a igreja e a rezar por ela e pelos seus sacerdotes.

Muitas vezes Jesus de Amor me fez conhecer a profundidade do seu Coração no qual fui transportada a lá repousar, dentro da sua bondade requintada e doçura inegável.

Para agradecer a Jesus da sua bondade, recito o rosário todos os dias pois Ele me prometeu, que pela recitação do Rosário, Ele me salvaria e restauraria: “Rezo pela tua libertação” e compreendi então que Deus estava em mim para poder lutar contra o poder da serpente.

Rezo também o Rosário de São Miguel Arcanjo aos nove coros de anjos e termino a minha jornada de orações recitando muitas vezes esta pequena oração, muito fecunda, que é um acto de amor:

“Jesus e Maria eu vos Amo. Salvem as Almas”.

Deus prometeu a Irmã Consolata Betrone, religiosa capuchinha, a qual o processo de beatificação foi aberto em 1995, que cada vez que ela recitasse com o coração: “Jesus e Maria eu vos Amo. Salvem as Almas”, uma alma seria salva para a eternidade.

Sabem, eu disse a Jesus: “Ofereço-te o meu Sim mas gostaria tanto que todas as almas pudessem conhecer o teu coração ardente de amor. Ofereço-te todas as minhas antigas escolhas e as suas consequências para que Tu, o Amor, Tu as queimes com o teu Fogo de ternura e nas chamas da Tua misericórdia”.

A doçura do Coração de Jesus experimentei-a em comunhão com o Corpo de Cristo.

Depois que tomei conhecimento da importância da Santa Missa, participo nela todos os dias e tenho muito respeito pelos ministros de Deus aos quais foi oferecido este grandioso poder através do Sacramento da Ordem…! As suas mãos são purificadas à Luz de Deus, nas quais a transubstanciação se produz.

Jesus, o Filho de Deus está realmente presente na Santa Hóstia e na Eucaristia e nós não temos capacidade para compreender esse milagre do Céu.

A Eucaristia é o meio mais rápido de chegar a Jesus.

Ninguém no Céu esteve tão perto de Jesus como nós, pois desta forma O recebemos em nós mesmos.

Irmãos e irmãs, nós temos o Céu diante de nós, todo o Céu está contido dentro deste pequeno pedaço de pão.

“Quem se nutrir do Corpo e do Sangue de Cristo, nutrir-se-á da plenitude do Ser Supremo e será um reflexo Dele mesmo. A beleza de uma tal alma deleita os anjos do céu que ficam maravilhados com a onipotência do Todo-Poderoso e o Seu amor pelas almas…”

“A alma que recebe Jesus, nela se irradia o Seu Amor e a Sua Luz”.

“A Eucaristia é Magnificência Suprema, a Graça das Graças com perdões e dons do Céu”.

Podemos contemplar também esta palavra explicativa de Santo Cura de Ars que nos diz:

“A alma que comunga regularmente o Corpo de Cristo tem, na a sua entrada no Céu, Deus Pai não pode deixar de lhe dar as boas-vindas já que vê no seu rosto, o rosto do Seu próprio Filho”.

Que vantagens dessas graças que o Pai nos oferece, pois elas são as nossas auréolas de santidade.

Jesus deseja encher os nossos corações famintos de Felicidade, de Alegria, de Paz. Ele se deleita com as almas românticas de Amor. Jesus é estas almas. Elas estão Nele no momento de adoração. Na Eucaristia, as almas estão em Jesus e Nele permanecerão:

“Jesus por inteiro se oferece ao mundo. Dá-Se por completo porque O recebemos completo…”

Após o Recebermos, nós receberemos o Espírito, o Filho de Deus, morto e ressuscitado.

Como diz São Francisco de Assis: “Não guardeis para vós, nenhum de vós, de modo a que todos O recebam por inteiro a Ele que se ofereceu a vós por inteiro”.

Desejem seguir Jesus, a Eucaristia é um dom maravilhoso do Céu e Jesus é o alimento da nossa alma. Cresceremos na perfeição porque Jesus é Ele próprio a perfeição. Cristo quer que nos tornemos um ícone vivente Dele mesmo e é o que acontece com uma alma diligente. Nunca uma criatura sobre a terra ficou tão próxima de Deus como na Sagrada Eucaristia. Sempre que recebemos a Sagrada Eucaristia, o que acontece com o nosso corpo e a nossa alma é como que um olhar sobre o nosso ser que diviniza aos poucos a nossa natureza humana.

Durante este tempo, nós nos tornamos perfeitos porque Deus está em nós e nós n’Ele. Depois de cada Eucaristia, rezemos para que os seu efeitos se multipliquem e se prolonguem em nós eternamente. De certo modo, Deus poderá estabelecer mais rapidamente a sua casa permanentemente em nossos corações.

Vejam queridos irmãos e irmãs, o testemunho de uma pobre alma, tão baixa, tão miserável que Deus a consagrou para O servir, O glorificar e O honrar e não para me servir e glorificar a mim própria.

Nunca aprendi teologia mas o Espírito de Deus instrui-me e disse-me: “Acorda os teus irmãos!”

E assim eu testemunho a tempo e contra o tempo, depois de anos em diversos países e ilhas para onde fui convidada, com a ajuda do meu anjo da guarda.

Depois de que soube o que era o inferno e as suas torturas e depois que o experimentei dentro da minha alma, desejo a saúde de todas as almas, sem excepção, os bons e os perversos, pelos quais ofereço missas, reso e jejuo. Deus me pediu para fazer muitos sacrifícios pelos meus irmãos e irmãs de amor e de chorar com eles para a sua salvação.

Quando eu, finalmente compareceder diante de Deus para o julgamento particular da minha alma, eu devo responder pela conversão das almas que eu encontrei no percurso da minha evangelização pelo mundo. Estas almas, milhares delas, é Deus o Pai que as chama, de país em país, a vir escutar o meu testemunho e se vocês estiverem lá, um dia estaremos todos reunidos no céu.

Queridos irmãos e irmãs, vocês irão todos, na hora da vossa morte, comparecer diante de Deus para o vosso julgamento.

Esta é a razão pela qual espero que o meu testemunho vos ajude a ter mais luz.

A misericórdia de Deus tem a capacidade de mudar todos os corações.

Como sabem, o meu coração estava doente e Deus o curou. Então eu disse-lhe: “Senhor Jesus, Meu Salvador e Meu Deus, vou fazer o meu purgatório sobre a terra para que na hora da minha morte Tu me tragas bem perto do Teu Sagrado Coração”.

Portanto, mantenham a vossa fé e digam a Jesus: “Jesus, confio em Ti!” Se Deus curou a maior pecadora do mundo que eu era, então, todo o mundo pode ser salvo. Nenhum pecador não será digno da grande misericórdia de Deus e aos poucos e cada vez mais, ela irá aumentando.

Quanto maior o pecador, mais direito ele tem à misericórdia de Deus!

Escrevi cinco livrinhos acerca da minha conversão e que foram aprovados pela igreja católica (imprimatur et nihil obstat). Vocês poderão lê-los através da minha página da internet.

Aqui está, meus amigos, o testemunho de uma alma miserável que se sente e sabe amada por Deus e que se descobriu noiva de Jesus Cristo como presente total na sua vida.

Percorro o mundo pela maior glória de Jesus pois assim Ele mo pediu. E mesmo que eu não deseje viajar, faço-o por amor a Ele que ofereceu a Sua vida por mim e que me convidou a imitá-lo e a percorrer o mundo tal como fez São Paulo.

Sabem porque Jesus Cristo me escolheu para testemunhar a Sua misericórdia? Porque sobre a Terra, Ele não encontrou maior miséria e maior pecadora do que eu.

Eu era hipócrita, mentirosa, invejosa. Mas Jesus Cristo me pediu para percorrer o mundo pela saúde das almas. Foi por esse motivo que Ele me curou, para me glorificar e me chamar ao Seu amor, a mim, um ser tão pequeno, ferido pela vida.

Queridos irmãos e irmãs, amo-vos como Jesus vos ama até à maior felicidade e bem necessito do vosso amor.

Ajudai Jesus enquanto Ele sofre e chora tanto pelo mundo.

Louvado seja Jesus Cristo e o coração imaculado de Maria.

Alelúia! Alelúia!

Fabienne, vossa irmã

http://fabienne.guerrero.free.fr/

https://fabienneguerreroportugal.wordpress.com/

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